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domingo, 6 de julho de 2014

Neymar: como substituir o seu craque?


Não se fala em outra coisa no país além da Copa do Mundo.

Não se comentou outro assunto nesse fim de semana além da contusão que tirou o atacante brasileiro Neymar da competição.

E uma das perguntas é: como é possível seguir em frente sem o craque do time?

Aposto que muita gente já viveu essa experiência no ambiente de trabalho. Qual chefe não fica sentido ao saber que seu principal trabalhador não vai seguir no trabalho?

Independe da razão, e da sua satisfação em saber que um grande jogador da sua equipe vai para algo melhor, em busca da própria felicidade.

Passada a saída, é hora de juntar os cacos, arrumar a casa e saber como é possível substituir aquela posição.

Quem entra?

Assim como na Seleção brasileira, substituir o craque maior com apenas um jogador é impossível. Afinal, nem todo mundo consegue fazer o que o Neymar faz.

Mas há outras alternativas. Basta entender que, em 1962, o Brasil perdeu Pelé. Garrincha precisou ser ainda mais decisivo. O grupo mudou. E um inspirado Amarildo ajudou a manter as coisas no lugar. Fomos campeões. Mesmo sem o gênio maior.

Ninguém chega ao ápice do futebol e da carreira, uma seleção nacional, sem ter qualidades. É preciso agora que os outros jogadores  não só se empenhem, como também arrisquem mais.

No mundo dos negócios funciona do mesmo jeito. Com algumas vantagens diferentes de um selecionado que conta com apenas 23 pessoas naquele momento.

Então, pense, como você substitui o seu Neymar, que está fora de combate?

Motive o grupo e busque qualidades escondidas.

Por mais que seu craque, melhor trabalhador, mais inteligente ou algo parecido tenha um diferencial, ele precisa de uma equipe que faça esse diferencial sobressair, e oferecer-lhe vantagem competitiva.

Um passo importante é motivar o grupo, e enxergar no problema uma “oportunidade”, como já disse o técnico Felipão.

É a chance dos outros talentos, que “carregaram o piano para o craque”, brilharem. Encontre outras alternativas. Se não houver muito tempo para as mudanças drásticas, o ideal é manter o conjunto firme, usar a perda como motivação, assumir as limitações e tentar surpreender.

Não é a toa que o gestor precisa estar atento às qualidades latentes de outros membros da equipe. O craque decide, mas todo mundo tem seu valor quando trabalha numa equipe. Fazer a estrutura rodar de um jeito um pouco diferente pode facorecê-lo.

Foco no resultado, não na substituição

A Seleção brasileira precisa encontrar um time que vença dois jogos. Não uma nova forma de jogar. Apenas uma maneira de suprir uma ausência, mas com o foco no resultado final – ou seja, o título mundial.

Na sua empresa funciona da mesma maneira. Enquanto seu time estiver focado no resultado, ele trabalhará e encontrará meios para obtê-lo.

Um bom gestor não limita as alternativas. Mas em uma emergência dessas proporções, é preciso ter cartas na manga, ou “planos B, C, D”, como preferir. Uma boa gestão de crise está também em identificar com quem se pode contar em horas de dificuldade.

Saiba que haverá problemas e erros. Use-os como inspiração.

É óbvio que dificilmente a primeira resposta à uma substituição será a mais desejada. Há casos em que isso acontece, com motivação, talento e trabalho. Mas pelo menos por um tempo a ausência será sentida.

Não é problema que haja erros. O erro está em não utilizá-los como forma de colocar ainda mais lenha na fogueira da motivação. Um general não desiste sem ao menos tentar uma alternativa – ainda que improvável aos olhos de outros.

É nessa hora que entra em campo uma característica fundamental: entrosamento.

Equipe que joga junta, permanece unida.

A Costa Rica na Copa foi um fenômeno. Nunca uma equipe da América Central foi tão longe, desafiou gigantes como Itália, Inglaterra, Uruguai, Holanda, e ainda terminou a competição invicta.

É a força do coletivo, empurrada por uma motivação fora do comum. Saber como seu companheiro atua, facilita suas ações. Por isso, além de união e comprometimento, é preciso que a equipe tenha noção e disposição para se sacrificar pelo companheiro.

Vale apelar também a quem já se conhece e “joga melhor junto” nessas horas. Entrosamento favorece sempre. Cabe ao líder alimentar essas características, além de ser um exemplo. Doar-se mais que os outros.

Uma derrota (ou uma vitória) não é o fim.

Perder faz parte. Compreender isso fortalece o grupo. E o alimenta para futuras conquistas. Tudo tem o seu momento. E ter a consciência disso faz com que boas equipes de trabalho deem frutos.

É preciso que o líder entenda isso. E faça com que os investidores, acionistas majoritários e superiores estejam cientes das mudanças, como serão administradas e que deem carta branca à equipe. Não adianta pular fora na última hora.

Apesar dos craques, o mérito da vitória ou a tristeza da derrota são de um conjunto. Ainda que um ou dois grandes craques não possam entrar em campo, o coletivo prevalece. Enalteça o esforço do grupo. Parabenize a dedicação extra. E lute até o fim.

****

Espero que tenham gostado do artigo. Deixem o comentário depois do bip.


Bip.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Do livro ao link – 5 perguntas antes de seu amigo virar seu sócio

Saiu no site do jornal O globo. O texto traz uma lista elaborada para a revista Forbes pela consultora de lideranças para mulheres Selena Rezvani.


Ela recomenda que você só deve começar um negócio com qualquer amigo depois de conseguir responder às cinco perguntas a seguir:

1. Até que ponto vai a confiança no parceiro?

Ser amigo é uma coisa. Espera-se que haja confiança mútua. Mas e na maior parte do tempo? E quando surgem os problemas, para onde vai a amizade? Mantém-se?

Lembre-se que as irritações com o amigo só vão aumentar nas horas de stress. E que os problemas entre vocês podem afetar a imagem do negócio – principalmente se um de vocês não for ético...

2. Como seu amigo vai representar sua marca?

Isso vale em especial para quando for representar a sua empresa diante de clientes, fornecedores, parceiros, entre outros. A imagem pessoal fica. E passa para a marca.

Se você quiser representar organização, coerência, entre outros elementos – e isso for indispensável à sua marca – talvez seu amigo não esteja tão disposto a “entrar na linha” desejada para isso.

3. Ele tem uma habilidade que você não tem?

O ideal é ter um parceiro que complemente, e não que repita, as suas habilidades. Por exemplo, você como o especialista na tarefa principal, ele com experiência para gerir o negócio.

Muitos começam um empreendimento mais pela afinidade do que pela capacidade. É bom prestar atenção nisso também.

4. Seu parceiro está com uma vida estabilizada?

Imagine que você convida seu amigo, e ele acabou de terminar um namoro – e isso o afeta emocionalmente. Ou que ele está há algum tempo sem conseguir emprego, e acredita na sua oportunidade. Mas quer saber logo quando terá dinheiro para si.

O equilíbrio na situação pessoal do seu futuro sócio é mais importante até do que a faixa etária, sexo ou outras característica, para dar ao seu empreendimento a tranquilidade que precisa no início.

5. Vocês podem fazer um projeto-piloto?

Um teste. É isso. Antes do negócio de verdade. Para saber o que seu futuro sócio pode fazer, se ele preenche as necessidades que você vai precisar para o seu negócio. E até mesmo se você aceitaria uma eventual liderança dele ou vice-versa.

Sem contar que em um projeto é possível testar as reações conjuntas quando vocês estiverem em situações tensas. Acredite, muitas amizades já acabaram por causa de sociedades mal-acabadas.


Aproveite e conte sua experiência. Você alguma vez já tentou ter um amigo como sócio? Como aconteceu? Deu certo?

Depois do bip, sim.


Bip.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Livro - Davi e Golias, de Malcolm Gladwell

É bom voltar a postar nesse espaço, depois de tanto tempo.

A vida mudou em muitas coisas. Menos na vontade de escrever sobre literatura de negócios. E outras coisinhas mais...

E o retorno não pode ser mais interessante. Com meu autor favorito, Malcolm Gladwell, e o último lançamento dele que tenho notícia.
Fonte: arquivopassional.com

Daví e Golias – a arte de enfrentar gigantes (Sextante, 2014) trata sobre a narrativa bíblica que demonstra como é possível superar alguém maior, com mais recursos ou alternativas.

Claro que as condições para isso precisam ser diferentes para cada um dos lados. Mas o que Gladwell ressalta é que essa possibilidade existe.

O que mais gosto nele, pra quem já viu as resenhas de O ponto da virada e Outliers – Fora de série. é a quantidade de exemplos empregados, a distância entre as características deles, e como Gladwell os interliga, o que dá coesão à análise.

As vezes parece que ele força a barra.

Logo no começo do livro, vi certos excessos quando ele descreve a batalha entre o gigante Golias – um homem, segundo o autor, com gigantismo e toda a sorte de problemas que daí vem – e um hábil fundista (não o maratonista, mas o atirador da funda, uma arma potente disparada à distância).

O problema é você contestá-lo. Porque ele se baseia em diversos autores para tirar suas conclusões. Não são afirmações ao acaso, há embasamento. E aí ele ganha esse leitor.

Para vocês verem, ele também admite limitações. Ao tratar da curva em U invertido – uma análise de como o excesso pode complicar as coisas tanto quanto a falta – Gladwell cita o pai dele, um matemático, que considera o autor simplista demais na avaliação.

Trarei mais sobre essa análise nas lições aprendidas.

A única coisa a me deixar reticente nesse livro é que o autor trata de um fenômeno já citado e explicado em outras obras, principalmente de gestão e negócios. Nesse universos, exemplos de pequenos que obtêm vitórias contra gigantes existem.

É diferente, por exemplo, de se investigar fenômenos que fogem ainda mais à realidade, como nas duas obras que citei anteriormente (Fora de série e O ponto da virada).

Mas esse é um pequeno grão, num mar de argumentos que o farão dar estalos semelhantes ao de uma lâmpada que se acende na sua cabeça, para a investigação feita.

Repito, para quem considerar a crítica exageradamente positiva. Davi e Golias é uma leitura intrigante, para ser degustada em tardes e noites de fruição.

Especialmente para aqueles que se surpreendem com os resultados da Copa do Mundo de 2014, em que tantas forças menores têm usado o calor e outros elementos a seu favor.

Por ora, estamos de volta. Aproveite para comentar. Como sempre, depois do bip.

Bip.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Livro - Desperte o milionário que há em você.

"A riqueza começa dentro de você."

A frase foi retirada do fundo do livro Desperte o milionário que há em você, de Carlos Wizard Martins (Ed. Gente). Conhecido empreendedor - e hoje empresário bem sucedido - do ramo de cursos de línguas.
 
A partir do que era um "bico" - dar aulas de inglês - para complementar a própria renda, ele desenvolveu um negócio próprio. Que se tornou lucrativo, e deu-lhe condições de aumentar o próprio patrimônio.
 
Não foi tarefa fácil. Martins, como outros tantos empreendedores pelo Brasil, enfrentou dificuldades para ter o próprio negócio. Mas manteve o desejo de ser mais e melhor.
 
Ele, de antemão, já lança uma das fórmulas para o sucesso:

"preparação + oportunidade"

Você precisa estar pronto quando a chance chegar. E não desperdiçá-la.
 
Pelo contrário, acolhê-la e fazer com que ela cresça junto com a sua vontade de ser maior e melhor.
 
No começo, você pode achar que é só um "livrinho de auto-ajuda e de leitura rápida."
 
Ou, se já leu outras obras que defendem o pensamento positivo, como Quem pensa, enriquece, de Napoleon Hill (excelente livro, por sinal!), pode achar que ele não vai além de nada que já se saiba.
 
Do jeito dele, Wizard Martins faz citações que estão mais próximas ao nosso cotidiano. Como quando elenca, logo no começo da obra, as sete desculpas mortais para se frear o crescimento pessoal.
 
- "Aqui nada dá certo."
- "A concorrência é muito grande."
- "É preciso pagar muitos impostos."
- "Falta dinheiro."
- "Existem crises e incertezas."
- "Não tenho sorte"
- _____________________ - Qualquer outro motivo que te impeça de sonhar.
 
E esse, sim, é um verbo forte. Sonhar.
 
Para contrabalancear, ele propõe 7 chaves de ouro para despertar o instinto do milionário. E todas elas passam tanto pelo binômio preparação + oportunidade  como pelo apego e dedicação ao sonho.
 
Carlos Wizard Martins
1) Zere seu passado.
2) Sonhe acordado.
3) Deseje empreender para enriquecer.
4) Determine quanto quer ganhar.
5) Divida para multiplicar.
6) Guarde cada tostão para juntar seu milhão.
7) Acredite em sua origem divina.
 
Concorde ou não, fato é que o cara hoje é milionário, tem um grande negócio, é representativo na sociedade, e conquistou os sonhos que tinha.
 
Então, acho que vale a pena uma olhadinha no livro, não?!
 
No futuro, trarei mais sobre cada uma dessas chaves.
 
Aproveite e comente depois do bip.
 
Bip.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

2013 com força!


Há muito pouco a ser dito. O ano já começou. A bola já rola solta por aí.

Cabe a cada um de nós saber o que quer. E buscar a meta.

Realizar o desejo. O sonho. A conquista.

Pela sétima ou oitava vez, coloquei no papel meus objetivos pra esse ano.

Mas é a primeira vez que faço isso querendo conquistá-los.

Nunca havia delimitado o que seria necessário de tempo e dinheiro pra conquistar meus desejos.

Até ontem, quando realmente planejei do que preciso.

Qual o caminho a ser seguido. O que vou ter que fazer - e sacrificar - para concretizar o plano.

Incrível como, ao ver do que se precisa, a gente ganha um ânimo novo.

É como se ficasse mais fácil.

Antes, a ignorância nublava nosso caminho. Sei lá, é como você querer, mas já se deprimir por não poder. Por antecipação.

Acredite, todo mundo pode.

E vai conquistar, se souber o que precisa fazer. E estiver disposto a realizar.

Eu estou. Espero que você também.

Faça o exercício. Acredite. Coloque no papel o que quer. Depois, o caminho a ser percorrido. Tempo e dinheiro necessários.

E comece a busca. O ano novo já está aí. Não vamos perder tempo.

Feliz 2013 pra todo mundo.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Sobre os novos livros... (Parte 1)

O tempo corre tanto que as vezes nem sobra tempo de se fazer o que a gente gosta.

Peço desculpas mais uma vez pessoal. Vou dar o briefing de 3 dos 6 livros novos que adquiri na última semana. Porque o tempo urge!


O Método mostra a maneira como os autores Phil Stuts e Bary Michels desenvolveram ferramentas para estimular o crescimento pessoal.

Elas impulsionam a pessoa a agir e transformar os obstáculos que se apresentam em oportunidades. Assim você pode aumentar sua motivação, confiança e criatividade.

O homem mais rico da Babilônia é uma obra com mais de um milhão e meio de leitores nos EUA. Nela, George S. Clason se baseia nos segredos dessa civilização do mundo antigo. 

E nos meios que eles encontraram para acumular riqueza, solucionar problemas financeiros, e evitar desperdícios de dinheiro.

Em As 10  principais diferenças entre os milionários e a classe média, Keith Cameron Smith elenca as razões por trás da mentalidade vencedora. 

Lembra um pouco Quem Pensa Enriquece, de Napoleon Hill. Só que, aqui, ele pontua as diferenças que fazem as pessoas deixarem a mentalidade "classe média" e se tornarem milionárias.

(Vai muito além só do dinheiro, meus caros...)

Por uma questão de tempo, deixo os demais para seus comentários, depois do bip. Voltarei depois para falar dos mesmos.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Biblioteca de Negócios - 7,8,9,10.

Como fiquei bastante abafado nas últimas semanas, nem deu pra postar por aqui os quadros.

Lembro que todos estão na minha página no facebook. Basta clicar aqui.

Pra não ficar atrasado, você também pode acompanhar a Biblioteca de negócios pelo facebook da Band News Fm Salvador.


Aqui vão os quadros 7, 8, 9 e 10.

O número 7 fala do livro A Arte do Começo, de Guy Kawasaki. Que inclusive foi um dos primeiros que passaram aqui pelo blog. Olha a resenha dele aqui.

Abaixo o quadro.



O quadro número 8 também fala de A Arte do Começo. Mas pontua os principais aspectos destacados pelo autor no livro. São dez ao todo. Confira abaixo!



No quadro número 9, falamos de marketing e mídias sociais. Com a participação mais que especial do professor Fábio Bito Teles.

Destaque para o livro A Revolução das Mídias Sociais, de André Telles (não, eles não são parentes. Não que eu saiba, pelo menos). Pra ler a resenha desse livro no blog, clique aqui!


E no décimo quadro, o especialista Fábio Teles fala mais sobre o social media marketing - ou marketing em redes sociais.



Desculpem o atraso. Ainda tem mais dois - do livro O milionário mora ao lado. E nessa semana, tem A ideia é boa. E agora?

Não perca! Biblioteca de Negócios, na Band News Fm Salvador, as 9h, 13h10, 15h50 (horário da Bahia).

Aproveite e comente o quadro aqui. Depois do bip.

Bip.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Pequenos ajustes de rota.

Algumas explicações e ajustes pra você que acompanha a Biblioteca.

1) O quadro Biblioteca de Negócios, na Band News FM, passou para quartas e sextas. Apesar da mudança de dia, ganhamos mais dois horários de exibição. 

Além das 10h da manhã, você ouve as melhores dicas de livros de negócios também às 14h10 e as 16h50.

2) O blog está um pouco desatualizado, verdade. Isso porque tenho dado mais força no quadro da rádio. Já que é o start de que ele precisa. Outros projetos relacionados também tem ocupado meu tempo. 

Sem contar que no trabalho fico ocupado por dois fins de semana seguidos. O primeiro, na última semana. O segundo, o das eleições (sim, jornalista trabalha nesse dia, e muito).

3) Parei a leitura de um livro, A Cauda Longa, de Chris Anderson, para começar O Negócio do Século XXI, de Robert Kiyosaki. Isso porque comecei a desenvolver um projeto baseado nesse livro.

Mesmo assim, A Cauda Longa provavelmente estará em um dos próximos quadros Biblioteca de Negócios, da Band News FM, com as dicas de um renomado especialista sobre marketing digital. Nada se perde.

O Negócio do Século XXI, que está aqui, deve fazer parte da Biblioteca, logo, logo.



Por ora, é só isso. Abraços a todos.

E deixem seus comentários, dicas e principalmente sugestões depois do bip.

Bip.

domingo, 16 de setembro de 2012

Do livro ao link - 8 dicas para um bom networking.

Vamos começar a semana com uma dica do site pontomarketing.com. 8 dicas simples de como realizar um networking eficiente. O original está aqui.

Pra quem não entendeu, trata-se de relacionamentos. Como construir uma rede de contatos que funcione. Com a qual você possa contar nas horas difíceis. E que trabalhe a seu favor.

1 - Converse muito. Esqueça a timidez ao encontrar pessoas diferentes. E seja um bom ouvinte. Elas sempre terão algo para falar.

2 - Tenha interesse pela vida das pessoas. Como dito antes, seja um bom ouvinte. E você poderá ser útil a elas algum dia, se souber o que as aflige ou preocupa.

3 - Não menospreze ninguém. Cada oportunidade de conhecer uma pessoa, e tornar-se interessante pra ela, não pode ser desperdiçada. Aproveite o momento como único.

4 - Relacione-se sem interesse. Não se preocupe em ter que pedir algo. Ou ter uma necessidade atendida. Primeiro se relacione, para que o pedido de auxílio torne-se algo natural.

5 - Escute com atenção. Já disse antes, mas é sempre bom repetir. Ao ouvir, você pode conhecer melhor a pessoa. E as necessidades dela. Além é claro, do que ela tem a oferecer.

6 - Esteja disponível para ajudar. Não meça esforços. E não espere retribuições. Ajude apenas. E você ficará na mente de quem for auxiliado.

7 - Personalize sua comunicação. Prefira mandar e-mails únicos. Evite mandar os e-mails para várias pessoas, para não desgastar a relação. Personalizando a mensagem, você faz a pessoa se sentir importante.

8 - Utilize e reutilize as dicas acima, sempre. Um relacionamento não é construído com uma ação pontual. E sim com a constância das atividades.

O original pode ser lido aqui. Aproveite e conheça mais sobre networking nos livros:

- Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, de Dale Carnegie. 

Agora é sua vez. Deixe seu recado depois do bip.

Bip.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Biblioteca do Masca - 1 ano.



Há exatos 366 dias (afinal, estamos em um ano bissexto), a Biblioteca do Masca começava.

Um projeto pessoal para diversão, entretenimento, desenvolvimento pessoal e profissional. Desse que vos fala e, quem sabe, de outros interessados nos livros de negócios.

Em um ano, foram 252 posts. Mais de 25 mil visitas. E estou muito feliz com tudo isso.

Depois do "post zero", de início do blog, o primeiro livro que apareceu foi Vai Fundo! , de Gary Vaynerchuk. O texto foi republicado abaixo. Mas antes, algumas coisinhas.

1) O Blog vai pra rádio Band News FM Salvador. A partir da semana do dia 24 desse mês, no Band News FM primeira e segunda edição, você acompanha o quadro Biblioteca de Negócios. Que vai trazer curiosidades, entrevistas e resenhas sobre os livros de negócios. Não perca!

2) Até o fim do ano, daremos outro passo para um projeto mais amplo. O site Biblioteca de Negócios vai entrar no ar. Não só com os livros, mas também outras novidades. Fiquem ligados.

3) Gostaria de saber de vocês como conheceram a Biblioteca do Masca. Deixem seus comentários aqui, na nossa página no facebook (clique aqui), ou comunidade no Linkedin (clique aqui). Quero fazer um post especial com essas histórias.

Agora, voltemos ao post 1 da Biblioteca. E obrigado por estarem aqui. Vamos juntos que muita coisa está por vir.


Livro de negócios - Vai fundo!

Fonte: http://edimarramos.wordpress.com
Existem livros que te prendem de maneira irresistível. Seja pela linguagem do autor. A forma como ele se posiciona sobre determinado assunto. Ou a maneira de contar os fatos.

O que me atraiu em Vai Fundo!(Crush it!), de Gary Vaynerchuk, foi o nome. Ele estava espremido entre dois livros bem grossos em uma prateleira. Nem lembro o nome deles. Apenas vi o de Gary. E, quando peguei, claro que duvidei da capa.

Quantos livros não vemos por aí com a mesma ideia? "Ganhe dinheiro fazendo o que gosta". "Fique rico e tenha prazer". Pode parecer óbvio para quem conhece as possibilidades dos blogs, redes sociais e afins. Mas nem tanto para um estudante de pós-graduação, que escolhia livros de empreendedorismo.

Arrisquei. E não me arrependi. Gary demora para "contar os segredos" que o fizeram um especialista em marcas. De um ávido colecionador de cards, a trabalhador na loja de vinho do pai, até um fenômeno na internet com o WinelibraryTV, onde ele fala sobre vinhos com uma linguagem bem peculiar.

E onde está a riqueza? Talvez nos detalhes que o fizeram ser uma personalidade reconhecida na criação e fortalecimento de marcas pela internet. Ou na explicação sobre como potencializar seus resultados, a partir das redes sociais. Ou nas piadas que ele faz durante quase todo o livro.

Para mim, mais uma vez: está no nome.

Vai fundo! é um livro essencial para quem quer começar no mercado de internet. Apresenta um primeiro diário de bordo. Que deve acompanhá-lo, em etapas cruciais do percurso. Principalmente na forma como se pode potencializar uma marca pessoal, usando ferramentas digitais.

E é mais divertido que a média dos livros de empreendedorismo. Então, vai fundo!

Boa leitura, e deixe seu comentário depois do Bip.

Bip.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Do livro ao filme - Os Intocáveis.

Cartaz do filme Os Intocáveis.
Semana passada fui ao cinema. Para curar o coração com risos, ação, enfim. 

Mas admito que o momento teve mais magia do que os demais elementos. Assisti a um filme francês chamado Os Intocáveis (Intouchables, 2012).

E que experiência maravilhosa. Pelo encontro que a história proporciona. 

Entre o rico e o pobre. O branco e o negro. O bairro nobre e o gueto. E suas respectivas culturas, realidades e particularidades.

O filme é baseado no livro O Segundo Suspiro, de Phillippe Pozzo di Borgo. Ele é ex-executivo de uma casa de champagne famosa na França. E fica tetraplégico depois de um acidente de parapente. E resolve contar a própria história na obra.

O personagem é vivido por François Cluzet. Cercado por fieis serviçais, ele precisa selecionar alguém para ser o escudeiro principal. O Watson do Sherlock Holmes, se preferir.

E ele escolhe o mais improvável. Um recém-saído da prisão e morador da periferia chamado Driss (Omar Sy). Com um jeito único e irreverente, ele supera outros em uma seleção que ele nem queria ganhar.

Tudo porque Phillippe estava cansado de quem tinha pena dele. E queria alguém que não fosse agir assim.

Mesmo entre conflitos, esses dois mundos se encontram nas diferenças. E criam um laço. Único. Diferente. Como a melhor das amizades.

E aí você pergunta: "Tá, e o que tudo isso tem a ver com um blog de livros de negócios?"

Capa do livro que gerou o filme.
Sim, o filme saiu de um livro. Mas está aqui por outros motivos.

Até alguns anos, trabalhei na Band News FM Salvador. Minha chefe, Silvana Oliveira, montava as equipes de um jeito interessante.

Por mais que trabalhar num veículo all news necessite de agilidade, velocidade de digitação, polivalência e aprendizado constante, nem todos os profissionais dali trabalhavam nesse ritmo frenético.

Alguns eram um pouco mais lentos. Ou só conseguiam se focar em uma coisa por vez.

Havia também pessoas de vários bairros de Salvador. Centro. Periferia. Área nobre. Subúrbio. Homens. Mulheres. Homo e heterossexuais.

Diferentes realidades. Culturas. Aprendizados. Que convivem. Claro, com uma liderança no nível de uma mentora.

Ante todas as dificuldades que o processo possa trazer, ele é riquíssimo. Ele ensina. Aprende. Evolui.

Outro exemplo são as escolas públicas do Brasil de décadas atrás. Que, pela qualidade de ensino, reuniam alunos de diferentes classes sociais e bairros.

Acho que o filme tenta passar isso pra gente. Essa ideia de conhecermos o diferente. Não temê-lo apenas pelos nossos preconceitos infundados.

Em tempo: isso pode auxiliá-lo na formação dos seus profissionais. E até mesmo no desenvolvimento de diferentes aptidões. Até das suas, se for liderá-los. 

Cada um deles tem um jeito. E você precisa saber lidar com todos. Afinal, respeitar as diferenças, reconhecê-las e potencializá-las para o bem da equipe é papel do líder.

Com isso em mente ou não, assista o filme. Foi o mais visto na França em toda a história - mais de 20 milhões de expectadores. Segue abaixo o trailer.



Aproveite e comente o que achou da película, e desse post, aqui no blog. Depois do bip.

Bip.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Livro - O Mensageiro Milionário.

Fonte:  http://www.livrariamarcafacil.com.br

Imagine supor que as suas palavras podem mudar vidas. Fazer as pessoas mais felizes e satisfeitas. E tornar você uma espécie de guru.

Quantos homens e mulheres de negócios não sonham com isso? Escrevem em blogs e sites suas resenhas com esse objetivo? Vendem entrevistas, palestras e cursos online?

Quantos conseguem? Será que todos tem as ferramentas para isso? Que tal um manual para chegar lá?

Deve ser nisso que Brendon Burchard pensou ao escrever O Mensageiro Milionário (The Millionaire Messenger, 2011). Ensinar os passos para que você possa chegar lá. Dividir suas próprias experiências de vida. E fazer dinheiro com isso.

A partir de um acidente que sofreu, Brendon inicia sua jornada para compartilhar seus conhecimentos no mundo. E o mais interessante é que, com ele pelo menos, funcionou.

Claro que ele escreve para outra realidade – a norte-americana. Mas fico pensando se não é possível recriar boa parte dos conceitos que ele propõe por aqui.

Ora, se você tem conteúdo de qualidade, talvez o que esteja faltando para chegar lá sejam duas coisas:

1) Formatos que possam ser vendidos aos outros.
2) Uma melhor divulgação do que você possui – seu conhecimento.

Brendon propõe até um plano em cinco etapas para você começar sua jornada no mundo dos “gurus”. Desde o começo, ele alerta que é preciso sempre buscar ser o melhor naquilo a que você se propõe a comentar. Parece clichê? Mas nada tão verdadeiro.

Por motivos óbvios, gostei do livro. Apesar de parecer meio exagerado do ponto de vista de ganhos financeiros, Brendon me pareceu sincero. E observo que muita gente na web tenta seguir o que ele propõe.

Nem sempre com qualidade, é claro...

O Mensageiro Milionário vale a pena como uma leitura para quem pensa em ser autônomo. Gerar a própria verba. 

E quem gosta de falar. Não de si mesmo necessariamente. E sim, de conteúdos que te interessam. E podem gerar informação para os outros.

Mas não vá superestimar as coisas. Trabalhe para aumentar seu conhecimento sempre. Daí, parta para os produtos.

E para a divulgação dos seus serviços, leia 30 Dias para arrasar nas mídias sociais. Estou finalizando. E já adianto que um livro complementa o outro de forma interessante. Vocês vão entender no post que eu falar desse livro da Gail Z. Martin.

Agora é você. Deixe sua crítica, dúvida, ou sugestão depois do bip.

Bip.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Livro dos Amigos - Gerenciamento Quântico.

Hoje a coluna é assinada pela jornalista e mestre em comunicação Adriana Jacob. 

Em destaque, o livro Gerenciamento Quântico - Como reestruturar a empresa e a nós mesmos usando sete novas habilidade quânticas, de Charlotte Shelton. Lançado em 1997.

Confiram! E não deixem de comentar depois.


Qual o caminho para transcender os limites do pensamento lógico e racional rumo às soluções inovadoras e criativas? De acordo com Charlotte Shelton, essa trajetória não é linear. Envolve uma mudança de crenças e valores que começam na forma que você alimenta seu pensamento e alcança as metas e resultados de sua organização.

No livro Gerenciamento Quântico – Como reestruturar a empresa e a nós mesmos usando sete novas habilidade quânticas, a pesquisadora e conferencista reúne princípios de física quântica, da psicologia moderna e de práticas espirituais adotadas universalmente para explicar que as mais significativas transformações. 

Que têm início quando há disposição para gerar novas formas de ver, pensar, sentir, saber, agir, confiar e ser. São essas as sete habilidades de que fala a obra da editora Cultrix.

“Os maiores desafios são internos. Nosso local de trabalho é simplesmente um reflexo das nossas crenças individuais e coletivas. Portanto, ao transformar nossa mente, nós nos modificamos e alteramos nosso local de trabalho e o mundo”, afirma a autora.

Ela estudou ciências, música e psicologia antes de enveredar pelo universo da física quântica. É do campo quântico que ela traz a bagagem para defender que a energia, e não a matéria, é a substância fundamental do universo.

Essa mudança de visão é sugerida em pesquisas realizadas em países como o Japão, os Estados Unidos e o Reino Unido. 

Entre os norte-americanos, 78,7% dos entrevistados consideraram-se acima da média em suas capacidades intuitivas, com destaque para a área de estratégia e planejamento empresarial. Seguida pelo marketing e relações públicas. 

Albert Einstein sintetiza a importância do pensamento intuitivo quando afirma que, em momentos de crise, a imaginação é mais importante que o conhecimento.

Uma das dicas práticas do livro é a criação de ambientes de trabalho e de aprendizagem não tradicionais, com o uso de música, movimento, poesia e arte. O silêncio e a contemplação também devem fazer parte da rotina empresarial. 

A idéia é ajudar os profissionais a acessar uma espécie de reservatório universal de memórias armazenadas e interligadas. 

Estar conectado a esse enorme “banco de dados” permite alcançar níveis ampliados de consciência, em que soluções aparecem não através de um percurso lógico e racional, mas como insights ou saltos quânticos.

Esse é um dos caminhos para transformar os locais de trabalho de hierarquias mecanicistas para comunidades co-criativas. Porém, é sinuosa e longa a trajetória que leva as organizações tradicionais e burocráticas a um gerenciamento horizontal, em constante aprimoramento.


Adriana Jacob é jornalista, mestre em Cultura e Sociedade pelo Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade da Universidade Federal da Bahia e diretora da Frente & Verso Comunicação Integrada. E-mail: adriana-jacob@uol.com.br



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domingo, 12 de agosto de 2012

Do livro ao link - IBOPE: pais são os que mais influenciam a leitura dos filhos.


No dia dos pais, vi um dado interessante sobre a leitura no país. Está no site deles, aqui.

Uma pesquisa realizada pelo IBOPE, chamada "Retratos da Leitura no Brasil", a pedido do Instituto Pró Livro, aponta que o ato de ler de pais e filhos é o que mais influencia os filhos.

O levantamento apontou que entre as pessoas consideradas leitoras, cerca de metade da população, 22% estão ou estavam acostumados(as) a ver a mãe lendo.

13% do mesmo grupo de leitores dizem ver ou ter visto o pai nessa atividade.

Entre os não-leitores, o exemplo - ou melhor, a falta dele - também é algo representativo. 60% desse grupo dizem que nunca viram o pai ler. Bem como 63% nunca viram as mães pegarem no livro.

A pesquisa foi feita entre 11 de junho e 3 de julho de 2011, fez 5012 entrevistas em 315 municípios do país, com margem de erro de 1,4 pontos percentuais, para mais ou menos.

Vi os resultados nesse fim de semana. 

É o chamado educar pelo exemplo. E vale inclusive para as formas de investimento de sua família. Ou o modelo de gestão da sua empresa. Ou mesmo para motivar sua equipe.

Seja a de profissionais da firma, do futebol de sábado. E, claro, sua família. Seus atos são vistos por quem está abaixo de você, ou é menor - no caso de crianças. E representam muito.

Pensem nisso. E feliz dia para os papais.

Ah se tiverem comentários - assim como suas esposas e filhos, fiquem a vontade. Depois do bip.

Bip.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Seu plano de negócios: 5 - Mix de Marketing.

Pra que você não perca a ordem dos nossos tópicos, sempre coloco esse índice. Em cor diferente, as sessões que já temos no blog.


Post índice detalhado.


1. Sumário executivo.
4. Missão, visão, valores.
5. Mix de marketing.
6. Organograma /RH
7. Estratégia de crescimento.
8. Gestão de processos.
9. Plano de ação.
10. Viabilidade financeira.
11. Gestão de riscos.



Chegou a hora de falarmos do mix de marketing. Ferramenta importante para compreender melhor o mercado e o setor no qual você pretende iniciar seu projeto.

Qualquer mercadólogo (e não marketeiro) formado estudou na faculdade os "P's" do setor. São pelo menos 4 - embora haja quem diga que são 5 ou até mais... Conheço esses cinco abaixo.

Produto. Preço. Ponto. Promoção. Pessoas*.


(*OBS 1: Embora alguns também coloquem a parte de "pessoas" aqui, prefiro tratá-las no momento seguinte. Ao falarmos do RH.)

(OBS 2: As definições abaixo se baseiam no livro Plano de Marketing, de Eder Polizei.)

Produto - Basicamente, o que você oferta ao consumidor. Você deve destacar as características do produto. O nome. A embalagem. O tamanho. Garantias. Formas de devolução, se preciso. A variedade - caso haja mais de uma oferta ligada ao mesmo conceito. A qualidade. O design (aspectos funcionais do produtio). O estilo (aspectos visuais, estéticos). E também o diferencial que o seu produto oferece.

Preço - Definir quanto custará seu produto nem sempre é tarefa fácil. Existem formas de fazê-lo.

Com base no custo (a partir do valor gasto na fabricação, somado à sua margem de lucro prevista). Na concorrência (a partir do quanto é cobrado no mercado). E no consumidor (a partir do quanto vale para o consumidor obter seu produto).

Ponto - Além de destacar o local onde as pessoas podem adquirir seu produto, é fundamental ressaltar o quanto isso será conveniente ao seu público. Uma lanchonete de produtos naturais pode faturar bastante, se ao lado dela ficar uma academia. Tudo isso deve ser levado em consideração, e explicitado no seu plano.

Promoção - E muita gente pensa que o pessoal de marketing só faz propaganda e promoção... Aqui você vai destacar as ferramentas que pretende empregar para tornar seu produto conhecido ao seu público-alvo.

As seis formas mais comuns de promoção são:

A propaganda, que é voltada para um público mais amplo, ou criar uma imagem a longo prazo. Não esqueça que ela também é mais cara;


Promoção de vendas, onde é feito um incentivo, um convite para que o consumidor faça a compra;

Relações públicas, para elevar sua credibilidade junto ao consumidor;

Venda pessoal, que lhe dá uma noção dos mercados a partir de uma prospecção. Além de estreitar seu relacionamento com o cliente.

O marketing direto - a famosa mala direta, por exemplo, ou compras eletrônicas, telemarketing;

E os eventos, que colocam o consumidor como um agente no processo, participação efetiva.

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Para mais sobre planos de negócios, veja os links abaixo.

Confira o post inicial do Plano de negócios aqui.
A parte 2 está aqui.
A parte 3 está aqui.
A parte 4 está aqui.

Que as dicas sirvam para ajudar no seu plano de negócios. Agora é você. Deixe seu comentário depois do bip.

Bip.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Seu plano de negócios: 4 - Missão, visão, valores.


Vamos para o item 4 do plano de negócios básico e padrão.

Para seu trabalho de conclusão de curso, projeto de fim de pós graduação, ou até pra vender mesmo a um possível investidor.

1. Sumário executivo.
4. Missão, visão, valores.
5. Mix de marketing.
6. Organograma /RH
7. Estratégia de crescimento.
8. Gestão de processos.
9. Plano de ação.
10. Viabilidade financeira.
11. Gestão de riscos.


Confira o post inicial do Plano de negócios aqui.
A parte 2 está aqui.
A parte 3 está aqui.


Parece simples, mas é preciso atentar para pontos importantes na hora de fazer sua declaração de visão, missão e valores.

Primeiro a visão. O ponto aonde você pretende chegar. Sua meta final. Seu objetivo. Onde você pretende que seu negócio esteja, num determinado período de tempo, em determinado local.


É preciso delimitar num espaço de tempo e ambiente em que você pretende que seu negócio chegue.

Por exemplo, "ser em cinco anos a maior empresa do Brasil de desenvolvimento de jogos para celular." Ou "Ser reconhecido pelos pães de coco mais saborosos de Barbacena em dois anos."


Diferente da visão, a missão é uma declaração do que seu negócio se propõe a realizar. Algo mais como objetivos mais imediatos. A que vocês se propõem.

Vamos exemplificar.

"Desenvolver jogos de qualidade e que possibilitem a interação e o entretenimento dos usuários. Estimular a experiência interativa das pessoas com nossos produtos. Promover os nossos jogos em nível nacional com ações de marketing por celular. Trabalhar junto a operadoras para possibilitar distribuição ampla. Desenvolver relações fortes com nossos parceiros, fornecedores, e acima de tudo clientes. Garantir a sobrevivência do negócio."


(Vou colocar no Google depois, para saber quem copiou, viu? Rs.)

Dois detalhes. Cite, sim, seus parceiros, fornecedores, enfim, outros interessados nos negócios. Eles vão se sentir valorizados.

E não há nada de mesquinho em querer "garantir a sobrevivência - ou sustentabilidade financeira - do negócio." Se sua empresa não tiver dinheiro, fica difícil garantir as outras coisas, não acha?

Quanto aos valores, são proposições em que seu negócio se baseia. O nome já diz. Princípios que você valoriza.

Por exemplo: "honestidade, responsabilidade e cuidado com parceiros e clientes, confiança, serenidade nas negociações."

Vale seguir a tríade abaixo.



Parece simples? Então experimenta criar e seguir depois. Porque é na visão, na missão e nos valores que um bom negócio deve se fundamentar.

Então, nada de inventar o que não dá pra cumprir ok?


Aceito críticas, dúvidas e sugestões, pessoal. Depois do bip.

Bip.