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terça-feira, 1 de julho de 2014

Do livro ao link – 5 perguntas antes de seu amigo virar seu sócio

Saiu no site do jornal O globo. O texto traz uma lista elaborada para a revista Forbes pela consultora de lideranças para mulheres Selena Rezvani.


Ela recomenda que você só deve começar um negócio com qualquer amigo depois de conseguir responder às cinco perguntas a seguir:

1. Até que ponto vai a confiança no parceiro?

Ser amigo é uma coisa. Espera-se que haja confiança mútua. Mas e na maior parte do tempo? E quando surgem os problemas, para onde vai a amizade? Mantém-se?

Lembre-se que as irritações com o amigo só vão aumentar nas horas de stress. E que os problemas entre vocês podem afetar a imagem do negócio – principalmente se um de vocês não for ético...

2. Como seu amigo vai representar sua marca?

Isso vale em especial para quando for representar a sua empresa diante de clientes, fornecedores, parceiros, entre outros. A imagem pessoal fica. E passa para a marca.

Se você quiser representar organização, coerência, entre outros elementos – e isso for indispensável à sua marca – talvez seu amigo não esteja tão disposto a “entrar na linha” desejada para isso.

3. Ele tem uma habilidade que você não tem?

O ideal é ter um parceiro que complemente, e não que repita, as suas habilidades. Por exemplo, você como o especialista na tarefa principal, ele com experiência para gerir o negócio.

Muitos começam um empreendimento mais pela afinidade do que pela capacidade. É bom prestar atenção nisso também.

4. Seu parceiro está com uma vida estabilizada?

Imagine que você convida seu amigo, e ele acabou de terminar um namoro – e isso o afeta emocionalmente. Ou que ele está há algum tempo sem conseguir emprego, e acredita na sua oportunidade. Mas quer saber logo quando terá dinheiro para si.

O equilíbrio na situação pessoal do seu futuro sócio é mais importante até do que a faixa etária, sexo ou outras característica, para dar ao seu empreendimento a tranquilidade que precisa no início.

5. Vocês podem fazer um projeto-piloto?

Um teste. É isso. Antes do negócio de verdade. Para saber o que seu futuro sócio pode fazer, se ele preenche as necessidades que você vai precisar para o seu negócio. E até mesmo se você aceitaria uma eventual liderança dele ou vice-versa.

Sem contar que em um projeto é possível testar as reações conjuntas quando vocês estiverem em situações tensas. Acredite, muitas amizades já acabaram por causa de sociedades mal-acabadas.


Aproveite e conte sua experiência. Você alguma vez já tentou ter um amigo como sócio? Como aconteceu? Deu certo?

Depois do bip, sim.


Bip.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Livros de administração - família Freakonomics.

Assim como visto na série Pai Rico, Pai Pobre, um livro pode inspirar outros. Sobre assuntos semelhantes. Ou nem tanto. Com autores diferentes. Ou os mesmos.

Enfim, é sempre uma oportunidade de fazer um dinheiro - ou de lançar conteúdo relevante, a depender do caso.

Trago agora os livros da família Freakonomics. Ao todo, verifiquei que existem 8 livros - incluindo os dois originais, Freak e Superfreakonomics.

(Caso você saiba de mais algum, basta deixar um comentário lá embaixo.)

Aqui vão os dois primeiros - os originais, de Stephen J. Dubner e Steven D. Levitt. Textos e imagens adaptados dos sites saraiva.com.br e submarino.com.br.



Freakonomics - O lado oculto e inesperado de tudo o que nos afeta.

O livro traz estudos sobre a rotina e os enigmas da vida real. Da trapaça à criminalidade, dos esportes à criação dos filhos. As conclusões viram de cabeça para baixo o senso comum, com dados que parecem inofensivos, mas que instigam perguntas nunca antes feitas. Surge um novo campo de estudo, e o que liga essas histórias é a crença de que o mundo moderno, aparentemente confuso e complicado, não é impenetráfel nem indecifrável. Basta fazer as perguntas certas e pode-se ver as coisas de maneira clara. Uma forma diferente de se observar a nossa sociedade.






Superfreakonomics - O lado oculto do dia a dia.

O livro traz novos insights dos escritores. Depois do primeiro volume de 2005, que chegava a mudar a nossa compreensão de como o mundo funciona e de como nossas decisões são tomadas, esse novo livro traz novas observações sobre a nossa sociedade. Trata-se de um segundo volume feito à moda do primeiro, apenas com novas histórias. Mas sem o "elemento-supresa" que ajudou a popularizar ainda mais o primeiro volume.



Na segunda parte, trarei outros três livros, de autores diferentes, relacionados ao assunto. Fique ligado e acompanhe a Biblioteca do Masca.

Aproveite e deixe seu comentário sobre esses dois livros de negócios depois do bip.

Bip.