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sexta-feira, 25 de julho de 2014

Livro: Tatica mente


A Copa já passou, mas os ensinamentos de torneios de “tiro curto” como esse – o principal do esporte bretão em todo o planeta – podem ser aproveitados em outras áreas.

Tática mente (Panda Books, 2014) mostra as montagens e estratégias realizadas por treinadores ao longo de 80 anos de Copas do Mundo.

O jornalista Paulo Vinícius Coelho – talvez o maior mestre das estatísticas na área futebolística no país – escreveu essa obra antes do resultado desastroso do Brasil nas semifinais.

Uma obra desse tipo pode passar despercebida dos estrategistas. E não me refiro apenas àqueles relacionados ao mundo da bola.

Em 166 páginas, PVC narra histórias de como os treinadores construíram esquemas táticos, que percorreram os gramados ao longo de 19 Copas do Mundo – a 20ª foi a do Brasil.

Os esquemas são mostrados fora da ordem cronológica. Uma forma de dar ao leitor a oportunidade de arrumar as propostas de jogo, e a história das Copas, a depender do interesse.

Também uma maneira de não iniciar pelas últimas – ou pelas primeiras – e manter a atenção do leitor por toda a obra.

Independente da ordem de leitura, logo na apresentação o autor já deixa claro que nem sempre a tática faz um time vencedor. Ou deixa de realizar esse feito.

Por isso a dubiedade do título “tática mente”. Tática e mente. São duas coisas juntas – a cabeça e o campo de jogo que, na opinião de PVC, “contam bastante da história das Copas”.

Uma seleção não vence só com desenho tático. Ganha com aplicação dos conceitos do futebol.

Uma equipe não triunfa apenas com raça, sem organização. Ou com craques desorganizados no gramado. 

Assim como não adianta a tática estar arrumada na cabeça do técnico e ninguém entender como aplicá-la.

Os grandes aprendem como se ganha. Comprometem-se com aquilo. E fazem do caminho para a vitória sua batalha diária naquele mês – com aprendizado, dedicação e busca pelo resultado.

Agora transfira isso do campo de jogo para seu negócio ou planejamento de vida.

Tática mente é uma leitura rápida e que passeia por histórias e a história da Copa do Mundo de Futebol. 

Você termina o livro em uma tarde.

Funciona também para entender que existe mais de uma forma de ganhar o jogo. Qualquer que seja ele na sua carreira, vida pessoal ou empreendimento.


Dúvidas, críticas, informações adicionais, por favor, o espaço de comentários logo abaixo é seu.

domingo, 6 de julho de 2014

Neymar: como substituir o seu craque?


Não se fala em outra coisa no país além da Copa do Mundo.

Não se comentou outro assunto nesse fim de semana além da contusão que tirou o atacante brasileiro Neymar da competição.

E uma das perguntas é: como é possível seguir em frente sem o craque do time?

Aposto que muita gente já viveu essa experiência no ambiente de trabalho. Qual chefe não fica sentido ao saber que seu principal trabalhador não vai seguir no trabalho?

Independe da razão, e da sua satisfação em saber que um grande jogador da sua equipe vai para algo melhor, em busca da própria felicidade.

Passada a saída, é hora de juntar os cacos, arrumar a casa e saber como é possível substituir aquela posição.

Quem entra?

Assim como na Seleção brasileira, substituir o craque maior com apenas um jogador é impossível. Afinal, nem todo mundo consegue fazer o que o Neymar faz.

Mas há outras alternativas. Basta entender que, em 1962, o Brasil perdeu Pelé. Garrincha precisou ser ainda mais decisivo. O grupo mudou. E um inspirado Amarildo ajudou a manter as coisas no lugar. Fomos campeões. Mesmo sem o gênio maior.

Ninguém chega ao ápice do futebol e da carreira, uma seleção nacional, sem ter qualidades. É preciso agora que os outros jogadores  não só se empenhem, como também arrisquem mais.

No mundo dos negócios funciona do mesmo jeito. Com algumas vantagens diferentes de um selecionado que conta com apenas 23 pessoas naquele momento.

Então, pense, como você substitui o seu Neymar, que está fora de combate?

Motive o grupo e busque qualidades escondidas.

Por mais que seu craque, melhor trabalhador, mais inteligente ou algo parecido tenha um diferencial, ele precisa de uma equipe que faça esse diferencial sobressair, e oferecer-lhe vantagem competitiva.

Um passo importante é motivar o grupo, e enxergar no problema uma “oportunidade”, como já disse o técnico Felipão.

É a chance dos outros talentos, que “carregaram o piano para o craque”, brilharem. Encontre outras alternativas. Se não houver muito tempo para as mudanças drásticas, o ideal é manter o conjunto firme, usar a perda como motivação, assumir as limitações e tentar surpreender.

Não é a toa que o gestor precisa estar atento às qualidades latentes de outros membros da equipe. O craque decide, mas todo mundo tem seu valor quando trabalha numa equipe. Fazer a estrutura rodar de um jeito um pouco diferente pode facorecê-lo.

Foco no resultado, não na substituição

A Seleção brasileira precisa encontrar um time que vença dois jogos. Não uma nova forma de jogar. Apenas uma maneira de suprir uma ausência, mas com o foco no resultado final – ou seja, o título mundial.

Na sua empresa funciona da mesma maneira. Enquanto seu time estiver focado no resultado, ele trabalhará e encontrará meios para obtê-lo.

Um bom gestor não limita as alternativas. Mas em uma emergência dessas proporções, é preciso ter cartas na manga, ou “planos B, C, D”, como preferir. Uma boa gestão de crise está também em identificar com quem se pode contar em horas de dificuldade.

Saiba que haverá problemas e erros. Use-os como inspiração.

É óbvio que dificilmente a primeira resposta à uma substituição será a mais desejada. Há casos em que isso acontece, com motivação, talento e trabalho. Mas pelo menos por um tempo a ausência será sentida.

Não é problema que haja erros. O erro está em não utilizá-los como forma de colocar ainda mais lenha na fogueira da motivação. Um general não desiste sem ao menos tentar uma alternativa – ainda que improvável aos olhos de outros.

É nessa hora que entra em campo uma característica fundamental: entrosamento.

Equipe que joga junta, permanece unida.

A Costa Rica na Copa foi um fenômeno. Nunca uma equipe da América Central foi tão longe, desafiou gigantes como Itália, Inglaterra, Uruguai, Holanda, e ainda terminou a competição invicta.

É a força do coletivo, empurrada por uma motivação fora do comum. Saber como seu companheiro atua, facilita suas ações. Por isso, além de união e comprometimento, é preciso que a equipe tenha noção e disposição para se sacrificar pelo companheiro.

Vale apelar também a quem já se conhece e “joga melhor junto” nessas horas. Entrosamento favorece sempre. Cabe ao líder alimentar essas características, além de ser um exemplo. Doar-se mais que os outros.

Uma derrota (ou uma vitória) não é o fim.

Perder faz parte. Compreender isso fortalece o grupo. E o alimenta para futuras conquistas. Tudo tem o seu momento. E ter a consciência disso faz com que boas equipes de trabalho deem frutos.

É preciso que o líder entenda isso. E faça com que os investidores, acionistas majoritários e superiores estejam cientes das mudanças, como serão administradas e que deem carta branca à equipe. Não adianta pular fora na última hora.

Apesar dos craques, o mérito da vitória ou a tristeza da derrota são de um conjunto. Ainda que um ou dois grandes craques não possam entrar em campo, o coletivo prevalece. Enalteça o esforço do grupo. Parabenize a dedicação extra. E lute até o fim.

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Espero que tenham gostado do artigo. Deixem o comentário depois do bip.


Bip.

terça-feira, 10 de julho de 2012

#Marketing - Doe sangue e devolva o vermelho ao Vitória.

Uma campanha genial, que pouco se vê aqui na Bahia. E que alia futebol - paixão nacional - e doações de sangue.

O Esporte Clube Vitória, atualmente na segunda divisão do futebol nacional, lançou há duas semanas a campanha "Meu sangue é rubro-negro". A ideia é estimular as doações de sangue.

Como? Bem, primeiro o clube tirou da camisa as listras vermelhas, e deixou-as brancas, como você pode ver abaixo.


A primeira vista, os torcedores acostumados com o vermelho e preto do time podem ter se assutado. Mas é tudo por uma boa causa.

O mote da campanha foi "trazer de volta o vermelho" para a camisa. E aí é que entra o torcedor.

A cada doação de sangue feita na fundação de hematologia e hemoterapia da Bahia - Hemoba - as listras vermelhas serão pintadas novamente na camisa da equipe.


Depois de uma semana e meia de campanha, as doações chegaram a aumentar 30% na Fundação Hemoba. Assim, hoje, contra o Paraná Clube, o time terá pintada na camisa a primeira listra vermelha.

E se o ritmo continuar, além do Hemoba aumentar o estoque de bolsas, o clube terá conseguido uma bela campanha de marketing junto aos torcedores - e mídia espontânea em vários veículos de comunicação.

Só vai faltar vender as camisas nas outras cores. Que, com certeza, vão se tornar artigo de colecionador.

Um parêntesis: O principal rival do Vitória, o Bahia, joga de azul, vermelho e branco. Será que não poderia ter entrado em uma campanha semelhante?

Em tempo: os torcedores do Bahia estão realizando pela internet uma campanha de doação. Como sempre, os tricolores estão à frente do clube do coração. O que é bom. Mas é lamentável para a direção.

E você, o que achou da campanha? Mais informações em www.ecvitoria.com.br. Ou em fundacaohemoba.blogspot.com.br Aproveite e deixe um comentário depois do bip.

Bip.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Curiosidades - Os livros do Hernanes

Fonte: globoesporte.com

Ok, essa postagem nada tem a ver com livros de negócios ou coisa assim.


Mas achei esse exemplo interessante. Em entrevista ao site globoesporte.com, Hernanes - aquele revelado pelo São Paulo, e que está na Lazio, da Itália, revelou os cinco melhores... Livros que ele já leu.

Quantos jogadores de futebol tem uma lista dessas? Ora, então vamos valorizar o cara. O link da matéria está aqui.

Vou adiantar pra vocês, e colocar quais foram os livros. Além das explicações do cara - que é conhecido na Itália como "Profeta".


"Bíblia" – "É o livro que eu leio praticamente todos os dias. Foi onde encontrei promessas e pedras preciosas que guardo e luto para que se tornem realidade."
"Curso de estudo da fé" (Kenneth Regan) – "É um livro sobre a fé. O Kenneth Regan é um americano que escreveu como se fosse um curso da fé. Fala sobre a Bíblia também, e isso me ajudou muito."
"Lógica e metafísica" (Rotilde) – "Foi o livro que me fez entender muitas coisas. O cientista fala que usa métodos científicos para fazer agir, que usa a razão. Aí, vem o religioso e diz que é preciso usar a fé, não a razão. Esse livro me fez entender que tanto cientistas quanto religiosos estão usando as palavras erradas. Nós aprendemos as coisas de uma única maneira, e não é método científico, é o método como a criança aprende. Como é: observamos alguma coisa quando criança, nem sabemos o que é, e colocamos na boca, testando aquela hipótese criada como se fosse de comer. Até que chegamos à conclusão de que não é de comer e cuspimos. Ou seja, não é nada científico. Esse livro me ensinou. Para entendermos seja a "Bíblia" ou qualquer outro livro, não devemos usar a ciência, mas esse processo."
"The five love languages" – "Fala sobre como educar os filhos. É incrível. Mudou muito minha consciência sobre como educar meus filhos."
"Futebol completo" (J. Alves) – "Esse livro o cara não consegue dar conta de ler sozinho, não (risos). Li com o autor, que é meu amigo, me explicando, e eu coloco nessa lista. Ele (o autor) foi atrás de muitas questões sobre o futebol. Por exemplo, tática. A tática nada tem a ver com a disposição estratégica dos homens em campo, o 3-5-2, o 4-4-2. A tática é uma maneira de aprender que vem de tatear. Ele usa os termos dos quais foi atrás e descobriu não os termos usuais do futebol. Por isso, é difícil de entender. Outro exemplo é o drible, que não tem nada a ver com o que achamos. Drible quer dizer quebrar sucessão. Então, tudo o que fazemos é um drible. A vida é um drible."
Admito que desses todos, fico com a Bíblia e o "Futebol Completo", que inclusive me interessou.
Vou entender também se você achou esse post meio aleatório. Mas, como já disse, é incomum ver algo assim. Jogador de futebol lendo livros.
Enfim, ficam as dicas. Se você quer comentar algum desses, deixe seu comentário depois do bip.
E se quiser comentar seus livros favoritos também, mande ver. Esse é um espaço democrático - não apenas para jogadores de futebol.
Bip.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Lições aprendidas - A bola não entra por acaso.

Um livro para quem gosta de futebol. E, também, para gestores inteligentes. 

Afinal, quem não gostaria de ter uma equipe, em qualquer área, como o Barcelona, o clube mais admirado do mundo na atualidade.

O Barcelona consegue ser mas que un club, como o slogan da equipe. Então, aqui vai o que aprendi sobre esse livro para "fazer a bola entrar":


1. Conheça o terreno.
- Estude o setor, o seu produto, como se ganha dinheiro na sua área, quem ganha dinheiro e por que, o que os concorrentes fazem, e o que os reguladores do mercado esperam.

2. Desenvolva a Estratégia.
- Reflita sobre e seja fiel a ela nas suas ações, de maneira que não precisa duvidar ou repensá-la todos os dias.
- O melhor investimento de marketing é o da melhora do produto
- Qual a nossa vantagem competitiva, e como somos vistos pelo concorrentes.

3. Sua equipe.
- Fórmula: (CxE)t, onde C= compromisso / E= equilíbrio / t=talento.

3.1. Os personagens do jogo:
- Visionários - craques do time.
- Doutores não - respeitados e coerentes.
- Ombros - aquele que executa, e que você pode confiar.

3.2. Etapas de desenvolvimento da equipe: 
- constituição (conheça a equipe), agitação (brigas, é preciso buscar pontos de compreensão), normalização (atenção para evitar relaxamento) e consolidação (construção de fortes relações pessoais).

4. O líder.

"Os bons capitães são quase tão importantes quanto o treinador. É preciso investir tempo para identificá-los, formá-los e ajudá-los em sua tarefa".

- Identificar qual estilo de liderança mais apropriado para o time.
- O líder: conteúdo, respeito, caráter, capacidade de mudança de estilo.

5. O RH (Recursos humanos).

- Recrutar com critério: valorizar o talento, conhecer o grau de compromisso, e como será o encaixe do profissional no grupo.
- Formação:  racionalizar critérios objetivos de avaliação, para que quando a inspiração chegue, pegue o profissional trabalhando.
- Higiene no pagamento: elaborar guia com as diferenças salariais, a partir de critérios objetivos, e pensar se vale a pena mesclar valor fixo com ganho variável por resultados.

6. A Negociação.

- Preparação é fundamental antes de sentar na mesa.
- Avalie o momento, se é bom para você e se o mercado o favorece.
- Liste onde você pretende ceder, e as contrapartidas.
- Não esqueça que o que ganha a negociação é o interesse do negociador, e não a posição adotada por ele.

7. Inovação no século XXI

Inovar: "aplicar uma ideia que satisfaça as necessidades dos consumidores, que não está articulada nem satisfeita".

- É descobrir, não inventar. Um novo olhar face às necessidades, ser o primeiro a chegar no consumidor, a partir de pistas que ele vai deixando.
- Limite os riscos, com critérios objetivos.

Para saber mais sobre esse livro, clique aqui.

Acho que é isso. Se quiser saber mais sobre o livro, estou à disposição. Muita coisa daqui pode ser encontrada também em A ideia é boa. E agora? 

Para ler tudo que foi escrito sobre esse livro na Biblioteca do Masca, clique aqui e aqui.

E não esqueça. Deixe seu comentário depois do bip.

Bip.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Curiosidades - Marketing da rivalidade no futebol

A dica vem do blog do jornalista Erich Betting. O cara se especializa em negócios do esporte. Inclusive é esse o nome do blog dele, para quem se interessar. http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/

O destaque é uma ação de marketing da Coca-cola. Voltada para a rivalidade do futebol, e antes do principal clássico do futebol português, entre Benfica e Sporting.

Torcedores do Benfica - time patrocinado pela Coca-cola - iam à loja, e encontravam uma carteira com um bilhete do time rival. O que eles fariam?

Veja o vídeo e confira.


Um belo exemplo de como usar a rivalidade no futebol e fazer marketing.

Deixe sua opinião. Depois do bip.

Bip.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Livro de negócios - A bola não entra por acaso.

Imagem: submarino.com.br
Quando peguei esse livro, em uma biblioteca de Salvador, já conhecia um pouco da história que o autor traria. Apaixonado por futebol como sou, já conhecia a fama do Barcelona. Equipe da primeira divisão do futebol espanhol, e uma das maiores potências do mundo.

Não bastasse isso, é uma equipe que joga bonito. O toque de bola envolvente encanta até quem não é muito fã  de futebol. Mas, por trás disso tudo, há uma história e um planejamento desenvolvidos.

E no livro A bola não entra por acaso (La pelota no entra por azar, 2009), Ferran Soriano, vice-presidente econômico do Barcelona entre 2003 e 2008, mostra que é preciso planejar muito para ter sucesso. Em qualquer coisa. E também no futebol.

O livro começa meio lento. Soriano nem sempre fala sobre o que interessa - a transformação vivida pelo time do Barcelona de 2003 - quando corria risco de deixar de ser um dos maiores clubes da Espanha e da Europa - até 2008 - quando se consolidava como gigante mundial.

As vezes, o autor gasta muito tempo com explicações demais sobre planejamento e gestão, fora do futebol. O que não tira o mérito de suas análises.


Primeiro, ele desmistifica a ideia de que só o futebol é um universo único e diferente de todos os outros. Ora, todos o são. E é preciso estudá-los a fundo, para se chegar ao que se deseja.

Daí, ele analisa como funciona a formação de conceitos como gestão de equipes, liderança, negociação, as estratégias, e um dos capítulos mais interessantes sobre RH que já li na minha vida.

Nessa parte do livro, ele aponta que é preciso estabelecer critérios para se trabalhar com jogadores - e que as vezes saem até da esfera do clube, como capacidade de adaptação à nova cidade. Não por acaso, foi o que impediu o sucesso de Riquelme, meia cerebral do Boca Juniors, no Barcelona.

Mais interessante ainda é a parte do livro em que ele fala sobre remunerações fixas e variáveis. No futebol, isso é comum, com as chamadas premiações. Soriano aponta como é importante haver critérios que nos permitam conferir a tal profissional o seu valor extra por rendimento.

Ele propõe dois terços de fixo, mais um terço de variável. Mas isso se adequa a cada realidade.


O mais importante é que ele vai a frente em algo tão corriqueiro em nossos dias. A proatividade faz com que os profissionais queiram render mais, e se isso trouxer mais lucro à empresa, precisam ser melhor remunerados. Não de maneira fixa, mas variável.

Algo que muitas grandes empresas, principalmente no Brasil, ainda não fazem.

Leia o livro. E depois aproveite para comentar aqui. Logo depois do bip.

Bip.