terça-feira, 22 de novembro de 2011

Curiosidades - Riscar ou não os livros?

Imagem: flickr.com/photos/enoch/page2

















O terror de bibliotecários quando recebem um livro é vê-lo com páginas rasgadas. Sujas. Molhadas. Ou riscadas.

Se você já foi a qualquer biblioteca, sabe que muitos livros são riscados. Há quem compreenda os conteúdos melhor desse jeito. Marcando aquilo que for mais importante no momento.

... Ainda que depois não vá retomar aquilo. Até porque, é um livro de biblioteca. Outros vão usá-lo também.

Pior ainda se o risco é a caneta. Não sei o que machuca mais, o risco de caneta, ou o liquid paper - aquele corretor - usado nas páginas pra "limpar".

Os que gostam de riscar os livros dizem que você fica mais atento. Não perde o foco. E ainda retoma aqueles conteúdos ao final de um capítulo. Ou para fazer um esquema pós-leitura.

Embora o livro, muitas vezes, fique todo riscadinho.

Lembro que na faculdade, quando pegava uma xerox do professor, nem sempre sabia o que iria riscar. Alguns textos eram completamente grifados. Outros, ficavam mais limpos que sujos.

E os esquemas de borda de página? Setas, aspas, parêntesis...

Bons tempos.

Mas quando o papo é com livros, bem, eu só concordo que você risque os seus próprios. É como estou lendo esse garoto aqui.

Agora, Fazer isso com o de outra pessoa, ou de uma biblioteca, só se você fizer a lápis, e apagar depois.

E olhe lá!

Uma saída legal para não perder os conteúdos que você quiser pode ser usar algum tipo de programa agregador de conteúdos. Há alguns na web, que podem ajudá-lo.

Em especial, nas melhores citações dos autores.

Outra é fazer um mapa mental - um esquema utilizando palavras e temas-chave do livro. Isso depois da leitura total, ou de um capítulo.

E você? Curte riscar os livros? Odeia? Opine, comente. Depois do bip.

Bip.

Um comentário:

  1. Eu sempre rabisco os MEUS livros. Quando pego emprestado eu anoto a parte que me chamou atenção.
    :)
    Sila

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