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segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Do livro ao link - 10 autores pra seguir no Twitter.

Essa é do site administradores.com.br. Um ótimo portal, aliás, pra quem gosta da área.

Sugeriram quinze perfis de pessoas para se acompanhar no Twitter. Principalmente de pesquisadores, especialistas, etc. E, claro, puxaram a sardinha pra eles também (um pouquinho...)

Abaixo, há dez deles. Pra mim, são os mais relevantes. Para ver todos os quinze, clique aqui.

Fonte: administradores.com.br



















Eric Ries (@ericries) - Autor do livro A Startup Enxuta (veja aqui), que propõe uma forma diferenciada de administrar empresas, em especial as de tecnologia.

Tom Peters (@tom_peters) - Entre os principais livros dele estão Em Busca da Excelência e Reimagine! Faça diferente e faça a diferença. Conhecido pelas soluções não-convencionais que costuma apresentar.

Michael Porter(@MichaelEPorter) - Autor do livro "Vantagem Competitiva" é só o principal autor da área de estratégia e competitividade do mundo.

Jack Welch (@jack_welch) - Ex-CEO da General Electric, tem vários livros escritos sobre seu trabalho. Com implementação de técnicas de gestão que levaram a companhia a ser uma das maiores do planeta.

Seth Godin (@ThisisSethsBlog) - Autor de grandes livros na área de marketing, alguns deles traduzidos para mais de 30 idiomas. Criou a startup Yoyodine, e a rede social Squidoo.

Daniel Goleman (@DanielGolemanEI) - Autor do livro Inteligência Emocional, best-seller de sucesso no mundo todo, com 5 milhões de cópias. Trata do tema no próprio twitter.

Bel Pesce (@belpesce) - Empreendedora brasileira que criou o aplicativo Lemon, e fez sucesso por ter conseguido estudar no MIT aos 17 anos e trabalhar em empresas como Google e Microsoft. Tudo isso contado no livro A Menina do Vale (veja aqui).

Christian Barbosa (@christiantriad) - Autor do best-seller A Tríade do Tempo, e co-autor de Mais Tempo, Mais dinheiro (resenha aqui), é especialista em gestão do tempo.

Chris Anderson (@chr1sa) - Autor dos livros A Cauda Longa e Free - Grátis: o futuro dos preços. É editor-chefe da revista Wired, e grande estudioso da cultura de negócios e produtos na internet.

Stephen Kanitz (@StephenKanitz) - Estudioso e militante na área de administração, defende a presença de profissionais da área nos espaços de poder. Autor de artigos e livros como O Brasil que dá Certo, vencedor do prêmio Jabuti, em 1995.

Os outros 5 estão na postagem original, link aqui.

Detalhe: Claro que eles colocaram o gestor do site administradores.com.br. Queira ou não, o site é muito bom.

E se vocês seguem, ou seguiram esses caras, o que acham das postagens deles?

Deixe seu comentário depois do bip.

Bip.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Novos livros de negócios - 30 dias para arrasar nas redes sociais.

Já tinha um tempo sem livro sobre marketing digital não? Então, aqui vai um novinho em folha.

30 dias para arrasar nas redes sociais (30 days to social media sucess, Best Business, 2012) é escrito por Gail Z. Martin (Quase "marketing", não?).

Se serve como diminutivo, não sei, apesar do livro que tenho em mãos ter 302 páginas. Em compensação, não tem dimensões tão largas.

Mas vamos ao conteúdo, que é o que interessa.

Martin escreve principalmente para microempresários e profissionais autônomos. E aborda no livro as formas para melhorar a exposição dos produtos com o uso das redes sociais.

Apesar de muitos conhecerem as possibilidades, é comum ver empresas que tem uma página no facebook ou um login no twitter, e não sabem como usá-lo. 

De que forma desenvolver as melhores estratégias de promoção. Bem como se comunicar com seus clientes e críticos. 

O livro traz então 30 capítulos "curtos e objetivos" - na definição do autor. Um para cada dia do mês. Cada qual com sugestões de implementação imediata das estratégias em redes sociais.

Comprei o livro porque achei interessante a ideia do plano de um mês. Já folheei um pouco...


... Mas nesse momento estou abafado com outra obra.

Vai para a prateleira real. E logo estará aqui também no blog - a nossa biblioteca virtual.

Aproveite para deixar o seu comentário depois do bip.

Bip.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Livro de marketing - Gratidão

Imagem: andrevarga.blogspot.com.br
Esse é meu segundo livro do Gary Vaynerchuk. O primeiro, Vai Fundo!, está aqui. E é bem melhor do que esse, diga-se.

Não que Gratidão (The Thank You Economy, 2011) seja uma leitura maçante. Ou desinteressante. Longe disso. Trata de questões que devem estar na pauta das empresas que pretendem sobreviver na web 3.0.

No livro, o foco principal é em como gerar nos seus clientes esse sentimento. Essa gratidão pelo seu serviço. Ou pelas atitudes da sua empresa. E por profissionais que trabalham para ela.

Um exemplo, o cliente chega com uma reclamação. Fala que foi mal atendido. Que o rapaz não quis ouvir uma solicitação de que o aparelho estava quebrado.

O que muitos donos e funcionários fazem é simplesmente ignorar. Ou acreditar que seu produto é infalível. Mas não é. E é preciso ter consciência disso.

Gary propõe no livro que, nesses casos, o melhor a se fazer é ouvir. Compreender. Analisar. E se for o caso, presentear o cliente. Mimá-lo um pouco. Com um cupom de promoção exclusivo, por exemplo.

Até porque, para ele, o cliente que reclama deve ser valorizado. Afinal, ele se expõe pra te ajudar. Quer que você melhore, sim. E aqueles que, com o mesmo problema, apenas mudam de loja, calados?

Como especialista em redes sociais, Gary eleva a importância do trabalho junto a essas mídias. Porque agora as reclamações ganham um eco muito maior na internet.

Saber como lidar com essas pessoas será fundamental. Participar do papo - e da vida - delas. Não apenas anunciar seus produtos. E esperar que venham comprar. Mas sim dialogar, debater temas, oferecer conteúdo que interesse aos consumidores.

Aqui, o livro praticamente copia trechos de Vai Fundo! Aliás, um dos meus livros favoritos. Em Gratidão, ele tenta, mas vai pouco além do que já tinha mostrado no título anterior.

Ainda assim, é um livro de negócios que traz lições importantes. Em especial, para quem atende ligações, vê e-mails ou monitora tweets de consumidores nas redes sociais.

Todo cliente é um potencial difusor de seu negócio. Se a mensagem for positiva, vai pra mais duas pessoas. Sendo negativa, ela será compartilhada para outras vinte.

Pior é perceber que, em nossa sociedade, tantas empresas "brincam" de trabalhar com marketing digital. Acham que ter um perfil ou página no facebook lhes garantirá o prêmio.

Que aprendam logo. Ou vão sofrer um bocado.

Agora é sua vez. Deixe seu comentário, crítica, dúvida ou sugestão depois do bip.

Bip.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Drops de marketing - Twitter X Facebook.

Olha que briga boa!

Nesse infográfico do site midiatismo.com.br, dá pra ter uma noção de como anda a disputa entre Facebook e Twitter - Brasil e mundo.

O estudo foi publicado nesse fim de semana. E mostra que, por exemplo, o Twitter está na frente do Facebook no total do Brasil. Claro que muita gente usa os dois...

Além disso, o gráfico mostra que as mulheres acessam mais as duas redes sociais. Só que no Twitter a proporção feminina é ainda maior - 64%, contra 36% de homens. No face, a diferença é de 58% para 42%.

Para os mercadólogos de plantão - e todos aqueles que pretendem investir nessas redes - vale dar uma olhada.

Ah, a dica no twitter foi do @JoseTelmo. Confiram. 

Se a figura estiver pequena, basta clicar nela. Para mais informações, clique aqui ou acesse www.midiatismo.com.br



Aproveite e deixe seu comentário. Depois do bip.

Bip.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Todos os livros de negócios da Biblioteca.

Depois dos 5 mil acessos, decidi postar os links de todos os livros que já tiveram resenhas publicadas aqui na Biblioteca. Inclusive o livro da minha amiga Sila São Pedro - O Segredo de Luísa.

Assim fica mais fácil pra você acompanhar o que já passou pela Biblioteca. Confira. Depois deixe seu comentário!

E se quiser escrever uma resenha para o blog, também pode. Deixe um comentário com seu e-mail e a gente combina.

Agora, os livros. Não os coloquei em nenhuma ordem específica. Procure pelo título que lhe interessar mais. Clique na capa, e você vai direto pra página em questão.

























quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Do livro ao link - O horário nobre do Twitter.

O crédito aqui é do site midiassociais.net. O link para a pesquisa está aqui.

É um levantamento feito pelo Scup, que faz o monitoramento de diversas redes sociais. E essa é uma pesquisa bem interessante para os usuários e interessados em investir no Twitter.


O levantamento foi feito em 2011, com mais de 36 milhões de tweets, de domingo a sábado, durante os 12 meses do ano passado. a média é superior a 3 milhões de tweets por mês.

O resultado está na figura abaixo. Para mais informações acesse http://www.midiassociais.net.



Um rápido resumo antes do bip:

- Dia mais frequentado: quinta-feira.
- Horário com maior frequência durante a semana: Das 14h às 17h (segundo expediente em horário comercial)
- Aos sábados, das 14h às 15h, e entre as 18h e as 21h (hora de marcar a balada?)
- Menor incidência de tweets: Entre 3 e 6 da madrugada.
- Durante a semana, média de 5,4 milhões de tweets. No fim de semana, 3,9 mi.

Vale como análise, tanto para os horários em que você compete com mais gente, como também os que pessoas postam mais.

Se quiser comentar a pesquisa, faça isso. Depois do bip.

Bip.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Novas aquisições - livros Socialnomics e ROI em mídias sociais.

Esses aqui são excelentes livros pra quem curte as redes sociais.


(Não, esses dedinhos aí não são meus...)

Socialnomics, de Erik Qualman, é (mais uma) obra sobre como as mídias sociais não podem ser ignoradas pelos profissionais de marketing - os famosos... mercadólogos (marketeiro é outra coisa).

Com um novo perfil de consumidor, que compra, avalia e comenta os produtos nas redes, o relacionamento muda. O comprador ganha papel mais ativo. E ai de você se não estiver preparado.

Parece muito com o livro que estou lendo, o Manual de Marketing em Mídias Sociais. Lembra? Um daqueles que parei no meio. Olha aqui.

Retorno Sobre o Investimento em Mídias Sociais trata de formas de definir, medir e avaliar a eficácia das redes sociais. Um problema para quem começa a utilizar essas ferramentas.

Porque não basta só dizer quantas pessoas "curtem" o que você postou no facebook. Ou quantas "retwitam" o que você escreve em 140 caracteres.

Retorno sobre investimento, que em inglês, quer dizer ROI (Return over investment). Por isso, a sigla no título desse post.

Aliás, essa medição e o trabalho nas redes sociais é algo que quero cada vez mais desenvolver com o blog...


(Vou mentir não, essa minha cara está péssima...)

Acho que vou tentar meu mestrado na área de redes sociais. Talvez com foco específico em marketing digital.

Se alguém souber onde há grupos de estudos desse tipo, favor deixar um comentário.

Se você quer saber mais sobre esses livros, pode escrever aqui embaixo também. Depois do bip, deixe sua crítica, dúvida, ou sugestão.

Bip.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Post rápido - caso SOPA e os direitos autorais.


O site Megaupload, que sempre disponibilizou conteúdos de vídeo, áudio, etc. gratuitamente para download foi fechado pelo governo dos Estados Unidos. Os donos do endereço web foram presos.

Por que? Legislação norte-americana de direitos autorais. O site teria violado a lei, de acordo com o governo.

Isso gerou uma série de ações dos anonymous. Um grupo de hackers conhecidos, que usam máscara semelhante ao do personagem principal no filme e na história em quadrinhos V de Vingança.

Eles simplesmente invadiram e derrubaram sites da Universal Music, do departamento de justiça, e chegaram até o do FBI.

Tudo pela queda do Megaupload.

Essa questão de direitos autorais começou lá atrás, ainda nos anos 1990, com o velho Napster. O programa de áudio que baixava músicas gratuitamente gerou um tremendo burburinho, até que foi retirado do ar.

Dessa vez, foi o Megaupload. Só que agora, os hackers do "mundo livre" estão mais preparados. E em condições de, pelo menos, invadir os grandes sites.

Mas a coisa não fica por aí, pessoal. Fala-se que na semana que vem, o congresso norte americano vai votar a SOPA. Sigla para Stop Online Piracy Act. Ou ato pela parada da pirataria online.


A SOPA quer dotar os órgãos estadunidenses de poderes para obter ordens judiciais contra sites que facilitem ou infrinjam os direitos de autores. Ou cometendo outros delitos fora da jurisdição dos EUA.


Além disso, o procurador iria solicitar que as empresas parassem de negociar, retirem referências desses sites, e haja filtragem do conteúdo.

Fala-se que gigantes da web, como Google, Facebook, Yahoo!, Twitter, Linkedin, Mozilla, Wikimedia e outros são contra. Não tenho como confirmar.

Outra informação que circula nas redes sociais é que todos esses sites retirariam seus serviços do ar por um dia. Possivelmente o dia 23, véspera da votação do projeto. Não tenho informação de que isso realmente vá ocorrer.

Mas já imaginaram um dia sem Google, Facebook ou Twitter?

Podemos estar às portas da primeira guerra digital da história. Mas sem dramas.

Não quero puxar a sardinha pra um lado ou outro. Mas convenhamos: hoje em dia, o controle aos direitos autorais é muito complicado. Em um mundo globalizado, imagine se a lei do Brasil impede alguém de regravar, em japonês, a música que o Michel Teló canta (Ai se eu te pego...)?

E quando se fala em áudio e vídeo, e até livros, distribuídos com alguma moderação pelo Youtube, 4Shared, entre outros... Bem, é um mundo onde as portas estão mais abertas.

E parece que essa SOPA tenta legislar em cima de algo que as grandes corporações, artistas e até grandesu autores já aprenderam a se adaptar. Ou você acha que quem vendia mais MP3 na web, seu Zé da esquina ou o Yahoo! ?

Parece muito mais que o governo quer tentar controlar a web. Só que os políticos usam métodos retrógrados e burocráticos. Algumas vezes, autoritários.

E a nova web, as novas relações humanas, o mundo globalizado, não aceita isso muito bem. 

Que tenhamos mais discussões sobre os direitos - mas que eles cheguem realmente aos donos das obras.

Que os autores possam encontrar novas formas. Quem sabe vender seu livro virtual em parte - um material para a web gratuitamente, outra parte para pagantes exclusivos - com uma chave de acesso.

Depois dessa madrugada, pode ser que muita coisa comece a mudar na internet...

Para acompanhar o caso, recomendo sitas como o olhar digital e a revista exame.

Se quer deixar seu comentário, contribua. Depois do bip.

Bip.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Livro - Encantamento.

Fonte: paginas-com-memoria.blogspot.com
Guy Kawasaki é muito bom. Esse é o segundo livro dele que leio. 

Ele consegue escrever com bom humor, sem perder a atenção nos detalhes mais importantes. É um autor que encanta.

Encantamento (Enchantment, Alta Books, 2011) é a palavra usada para definir o que gente como Steve Jobs ou Richard Branson conseguiram fazer com Apple e Virgin por exemplo.

É o dom de conquistar o coração das pessoas. É a forma como sempre seremos lembrados por quem nos interessa. É como tornar uma pessoa... Nosso eterno cliente.

Não é a toa que essa é a nova forma de trato das empresas com a clientela.

Apesar de eu usar a expressão "dom" ao descrever o encantamento, para Guy Kawasaki, isso pode ser descoberto. Explorado. E até mesmo ensinado.

E é verdade. Constatei isso depois de ler o livro.

O tempo todo ele trata do assunto com linguagem simples. Traça formas de se chegar ao encantamento das pessoas ao nosso redor. Nosso chefe. Como superar a resistência alheia.

E até como lançar nossos produtos, e utilizar redes sociais e apresentações em power point.

A primeira vista, parece auto-ajuda. Alguns conselhos, aparentemente, enjoam por causa desse preconceito. Mas há muitas partes que podem ser aproveitadas na prática.

Os conselhos de pessoalidade e personalização de páginas no twitter e facebook. O porquê dos vídeos no youtube precisarem ser curtos.

Ou as formas de como lidar com o(a) chefe. E até como resistir ao encantamento que existe no mundo ao nosso redor - economia de mercado, sociedade de consumo, sabe?

Encantamento é um livro com linguagem leve, pode ser lido em um dia. E que, por sinal, nos ajuda a sermos melhores até com nossos vizinhos e possíveis inimigos.

Mas o melhor do Guy ainda é A Arte do Começo (Mais sobre esse livro, clique aqui)

Se você já leu algum desses livros, ou quer fazer comentários ou críticas, aproveite! Depois do bip, ok?

Bip.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Biblioteca do Masca - novas redes.

Para quem acompanha a Biblioteca do Masca, tenho novidades.

Criei um grupo no Linkedin, para que possamos discutir ainda mais os assuntos que saem daqui. Principalmente considerando que tratamos de discussões de assuntos profissionais.

... Sempre abertos, é claro, a uma piadinha ou outra.

Além disso, criei um perfil no Flickr, com o álbum da Biblioteca. Agora, as fotos daqui podem ser acessadas lá também. Pretendo mudar um pouco o ambiente e tipo das fotos, e fazer umas artes. Quem viver, verá...

Se você tiver alguma foto ou imagem com seu livro favorito, que queira ver publicada, é só me mandar um e-mail. Escreva para bibliotecadomasca@gmail.com

Quanto às novas redes...

Biblioteca do Masca no Flickr: http://www.flickr.com/photos/71418709@N02/


Passe lá e dê uma curtida!

Para o twitter, siga o meu: @lucasmascavideo. Ou @bibliotecadomasca.

Esse é um espaço coletivo. Venha participar. Mande sua resenha, foto, sugestão.

Se quiser comentar, faça isso depois do Bip.

Bip.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Lições aprendidas - De onde vêm as boas ideias.

Como prometido aqui, eis as lições aprendidas desse belo livro. 

Esquematizei um mapa mental e coloquei em tópicos - depois deixo um post sobre o assunto mapas mentais, um grande aliado para os leitores.

Esse é o caminho das ideias. Entenda como um ciclo, sem necessariamente uma ordem claramente definida. Até porque, não estão necessariamente na ordem do livro.

Cada conceito com uma breve descrição vem acompanhado de uma ação proposta, para melhorar a produtividade das suas ideias.




O Possível adjacente.

"Espaço" que possa ser preenchido com sugestões, propostas, ideias. É preciso reconhecer e aceitar esse espaço no seu ambiente.
- Ação: promover o respeito, a aceitação de novos conceitos, é a base para explorá-los. Não podar as novas ideias logo de cara.

As Redes líquidas.

Conexões de pensamento que constroem o conhecimento. Entre a dispersão total e a rígida estratificação departamental.
- Ação: favorecer o desenvolvimento e o diálogo da rede, sem obrigar resultados.

Serendipidade

O acidental choque de conceitos e conteúdos, de diferentes áreas, que geram novas ideias. Colisões e descobertas improváveis.
- Ação: estar aberto a permitir que esses "encontros fortuitos" de conhecimentos aconteçam.

Exaptação

Adaptação de conceitos de uma área para a outra. Um "link" de  conhecimentos.
- Ação: estimular hobbies e outras atividades não relacionadas ao trabalho, ou projeto, realizado. 

Erro

Sucessivos demonstram persistência em acertar. Como o acerto, é uma obra em parte, do acaso, possibilitado pelo que o possível adjacente oferece de espaço para as tentativas.
- Ação: ver o erro como parte de um processo natural, e portanto, pode ser estimulado em alguma medida.

Intuição lenta

Ao se explorar o possível adjacente, surgem sugestões e novas propostas. E a investigação das mesmas, de forma gradual, interligando-as a outras, faz com que novos conceitos sejam formados.
- Ação: enxergar a intuição alheia como parte de um processo, do qual você pode ou não fazer parte.

Plataformas

Espaços que permitem o desenvolvimento e a discussão de ideias. A troca de conteúdos acontece em plataformas. Como recifes de corais, ou os cafés literários nas cidades do século passado.
- Ação: As plataformas se estimulam entre si. Logo, crie plataformas abertas, para permitir que outros desenvolvam conteúdos e conhecimentos ali, e que possam se agregar em seguida. (Ex: Twitter).

Em tempo: o post original do livro é esse aqui.

Se você gostou, ficou com dúvidas, ou quer comentar, fique a vontade. Depois do bip.

Bip.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Livro - Como acabar com sua empresa em apenas 140 caracteres

Fonte: andrevarga.blogspot.com
Desde que eu li Como as gigantes caem (análise aqui, e lições aprendidas aqui), passei a me interessar por livros que contam como fracassar. A partir de cases com falhas de percurso, podemos traçar um caminho que evite os problemas.

Foi daí que decidi comprar e ler uma obra pequena - 153 páginas - sobre o Twitter. O microblog mais famoso da internet, e que já possui milhares de seguidos, seguidores, aplicativos relacionados, enfim. Que é, também, um dos maiores geradores de polêmicas da atualidade.

Se alguém do alto escalão de uma empresa, do governo, time de futebol ou meio artístico vai falar uma besteira, em geral, escolhe o Twitter pra fazê-lo. E, normalmente, da maneira mais bestial possível...

O erro mais comum é achar que o Twitter é um bate-papo fechado, como o Msn ou o saudoso Icq. Ou que dá pra corrigir alguma besteira digitada, bastando apenas retirar o post do ar.

Isso depois de metade dos seguidores já ter feito um print screen da página em questão, divulgado em outras redes e até a imprensa ter divulgado...

Como acabar com sua empresa em apenas 140 caracteres (Novatec, 2011), da publicitária Carolina Lima, alerta para alguns dos erros mais comuns no microblog. Embora traga o assunto de maneira resumida, dá pra ter uma noção do estrago que o mau uso do Twitter pode causar à imagem de uma empresa.

Junto aos cases negativos da Renault, Locaweb e Nissan, o livro é interessante por listar vários aplicativos relacionados ao Twitter. E que podem ajudar na experiência do usuário. 

Nesse ponto, lembra até A revolução das mídias sociais (mais sobre esse livro aqui), na listagem das soluções, mas sem explorá-las a fundo.

De resto, é uma leitura rápida para que não têm muito tempo para estudar o assunto. Mas que apresenta tudo bem por cima.

Mas é um bom começo.

Se você já leu, ou quer saber mais, por favor, comente. Logo depois do bip.

Bip.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Livro - De onde vem as boas ideias.

A sugestão parece um desafio e tanto. Como ter boas ideias? De onde elas vêm? É possível encontrá-las em um livro?

imagem: historiasdepublicitaria.blogspot.com
É o desafio a que o escritor Steven Johnson se propõe. De onde vêm as boas ideias (Where good ideias come from, 2010) desmistifica a ideia de que uma grande ideia surge de um local isolado. De um pensador solitário. Aquela metáfora do cientista sozinho em seu laboratório.

Até pode acontecer. Mas Johnson acredita que a maior parte delas nasce da cooperação entre cérebros. Do diálogo das ideias. E de um contexto propício ao surgimento da lâmpada na cabeça e da expressão "eureka!".

(Aliás, adoraria saber quem a inventou... Esqueçam, a Wikipedia respondeu: Arquimedes. Veja aqui.)

Esse ambiente deve possuir, entre as principais características, um possível adjacente. Ou seja, um estímulo ao espaço para que as ideias surjam e se desenvolvam. 

Que possibilite a formação das redes líquidas entre as pessoas, para que elas possam discutir e trocar conhecimentos - colaborando em conjunto.

Johnson acredita que o insight mais comum é aquele que vem quando a pessoa se propõe a pensar sobre algo. A suspeitar, a partir de uma intuição da resposta. Que não é rápida. É um processo lento.

O livro traz ainda outros conceitos que possibilitam o florescimento das ideias, como a serendipidade - a abertura da mente para outras ideias. Que podem se relacionar com o caminho que você tenta traçar. E que pode levar à chamada "conexão acidental", em que se baseia a serendipidade.

Além disso, o erro deve ser visto como um acerto, em outro sentido. Que possibilitam a mudança de rota,  uma nova tentativa. Ou a exaptação - o uso de conhecimentos, conteúdos e produtos de outras áreas em uma específica, adaptados.

Importante também é a noção de plataformas. Ambientes providos por uma variante, e onde outros podem desenvolver seus conteúdos. Ideias se chocar. A construção coletiva ser feita. 

Uma plataforma como uma colônia de coral que sustenta um ecossistema marinho, ou um café universitário onde engenheiros de várias áreas se encontram.

Parece complexo? Acreditem, esse foi o livro mais complicado que li. Pelos devaneios, choques de conceitos usados, linguagem, sem contar as dezenas de ideias brilhantes usadas como exemplo. 

Acho até que não estava preparado para lê-lo. Mas aproveitei um bocado. Vale como uma leitura de férias, para abrir a cabeça e tentar novas possibilidades.

A propósito, um excelente trabalho da editora Zahar. Não identifiquei um erro sequer de português. E olha que sou daqueles chatos para isso...

Esse, com certeza vai voltar em uma futura sessão "lições aprendidas".

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Bip.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Livro - A revolução das mídias sociais.

Imagem: submarino.com
Se hoje gosto tanto e me interesso por marketing digital, esse cara é um dos culpados...

André Telles, autor do livro A revolução das mídias sociais (M.Books, 2010), apresenta esse mundo do social media aos interessados na área. Não a toa, foi o primeiro livro que li sobre o assunto. Por ser um dos mais simples e diretos.

O mais legal é que ele traz uma infinidade de redes e espaços de interação na internet. Funciona mais como isso, um grande catálogo no assunto.

No livro, Telles tem seus méritos. Como a maioria dos interessados hoje em dia desenvolve as estratégias em comunidades como Facebook, Twitter e Youtube, ele dá um foco especial para essas e outras páginas.

Mas não se limita a isso. A obra traz uma gama imensa de espaços de interação social, com diferentes usos e que pipocam a todo momento na web. 


Entre elas, o .Ning - onde você pode criar uma comunidade fechada para sua empresa. Ou o SlideShare - para os interessados em expor os trabalhos em Power point. E ainda, o Digg e o Del.icio.us, Ferramentas do tipo agregadoras de conteúdo. 

Apesar disso, ele ressalta que não se pode esquecer que a palavra mais importante é o marketing. A parte digital é mais uma ferramenta para profissionais interessados na área. 

Não dá pra negar que o livro mais apresenta do que desenvolve. Mostra muitas das utilidades, e pouco sobre as estratégias. Nesse ponto, há outras obras que desenvolvem melhor um grupo menor de ferramentas. E estratégias mais eficientes.

Alguns dos comandos que ele propõe no livro nem sempre funcionam. Ou não funcionaram comigo. Em alguns momentos também, ele supõe conteúdos que os leitores nem sempre têm, ou foram apresentados na obra.

Apesar disso, é muito bacana enquanto leitura inicial para os interessados na área. Inclusive por trazer cases, como o do Obama e o do Oscar Filho, apresentador do CQC da TV Band.

E é aquela história: as possibilidades são diversas. Use as que achar mais apropriadas a você e ao seu momento.


Se você já leu, se não leu, se gostou do texto, ou não, comente. Deixe um recadinho depois do bip.

Bip.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Livro de negócios - Cash (ou C@$h)



Queria escrever logo sobre esse livro. CA$H (KaChing, 2010) - como criar negócios altamente lucrativos na web.

Queria escrever porque esse blog nasceu, em boa medida, depois de eu ter lido CA$H. Se você pretende iniciar um negócio online, talvez não haja um guia mais interessante.

Se o Vai Fundo, do Gary Vaynerchuk, é o start para o seu e-business, CA$H funciona como um excelente guia sobre os meios e caminhos de se faturar na web. Mais do que isso, Joel Comm mostra algumas das ferramentas que se pode usar, em diferentes estágios do negócio.

Como muitos de meus livros, esse eu li enquanto seguia de ônibus para o trabalho. A cada página, via um universo que estava acessível em outras obras. Mas havia muita informação. O diálogo de Joel com o leitor flui de uma maneira um pouco diferente.

Vai Fundo e A Arte do Começo são obras com autores mais irreverentes. Joel Comm é mais sério. Seu livro detalha os processos dos anúncios do Google AdSense, Kontera, formas de ganhar com afiliados e vendendo produtos - próprios ou de terceiros.

CA$H também mostra formas de Coaching, e exemplos de como integrar isso tudo, de maneira a conseguir  bons ganhos na rede. Mas não esquece que o mais importante é gerar fluxo de dados, e conseguir escrever sobre algo que você gosta, trabalha com ou sabe como poucos.

Imagem: dikalivros.blogspot.com
A grande diferença dessa obra é no cuidado de Joel em tornar o livro dele um verdadeiro guia. Que deve ser revisitado a cada nova incursão na web. Como um grande guia pelo universo monetário da web.

Meu trabalho atual na Biblioteca do Masca é feito como um projeto piloto nesse sentido. Com os conselhos desses grandes autores.

Enquanto que, ao mesmo tempo, desejo que todos possam desfrutar dos ensinamentos deles.

E posso dizer, sem receber um centavo do Joel. CA$H, ou KaChing (som das máquinas registradoras antigas) é daqueles livros de cabeceira dos web-empreendedores.

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Bip.